INOVAÇÃO

Vale e CPRM participam de evento sobre segurança da informação

O evento 17º Global Information Security Survey, que busca atualizar uma pesquisa feita sobre seg...

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Neste ano o evento, realizado no Rio de Janeiro, teve como base o resultado de pesquisa anual sobre segurança da informação, que tratou da maneira como as organizações administram as ameaças cibernéticas e o que elas precisam fazer para se manter à frente de ações criminosas. O trabalho da CPRM neste quesito se mostra cada dia mais interativo e conectado com o que foi apresentado nas palestras.

Segundo Laura Carvalho, chefe do Departamento de Informações Institucionais (Deinf) do CPRM, o evento traz melhorias significativas para a CPRM. “Participar de um encontro onde profissionais de segurança debatem as situações de riscos da atualidade e as tendências futuras é estar atento e antenado às condições atuais e trazer ao ambiente da CPRM as boas práticas atuais”, disse Carvalho.

Paul Van Kessel e Ken Allan, da área de Riscos e Segurança da EY, explicaram que a pesquisa mostrou que mais organizações estão olhando além do básico na sua abordagem sobre segurança cibernética. Elas estão se adaptando à medida que mudam suas estratégias de negócios e operações devido a fusões, aquisições, introdução de novos produtos, entrada em novos mercados ou implantação de novos softwares. A mudança no ambiente externo também afeta essas estratégias.

A pesquisa realizada pela EY em 2014, com 1.825 participantes de 60 países, apontou que os principais responsáveis por crimes digitais são empregados, grupos criminosos e hackers ativistas.

“Com as palestras pudemos discutir de uma forma pragmática os três diferentes estágios da jornada para a maturidade em segurança cibernética: ativar, adaptar e antecipar. Esses estágios devem ser seguidos à risca e aplicados de forma consistente para se atingir uma segurança cibernética de ponta”, explicou a representante do CPRM.

O estágio ativar, aborda os fundamentos da segurança cibernética. Enquanto, a fase de adaptar visa responder o que as organizações fazem para ajustar suas medidas de segurança cibernética. Por último, o estágio antecipar, trata de como as organizações líderes podem atingir um estado de prontidão, tendo confiança nas suas avaliações de riscos e ameaças, e na sua preparação para o que está por vir.

De acordo com uma pesquisa similar conduzida pela consultoria PwC, os incidentes e crimes cibernéticos aumentaram 48% de 2013 para 2014, muito mais do que o número de usuários de telefones celulares, que aumentou 22%. De acordo com 10% dos entrevistados da pesquisa da PwC, o grande culpado dos incidentes são os empregados. Com informaçõse do CPRM.

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