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Vanádio de Maracás está em fase final de comissionamento
A Largo Resources informou ontem (12) que está em fase final do comissionamento do projeto Vanádio de Maracás e que o processo está correndo bem. O comissionamento da planta está testando todos os sistemas do projeto e fará os ajustes e otimização de cada sistema priorizando o início das operações. Segundo a mineradora, o aquecimento do forno é esperado para as próximas semanas.
Comissão rejeita limitação de emissão de poluentes por equipamentos de mineração
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável rejeitou na última quarta-feira (7) o Projeto de Lei 3108/08, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), que fixa limites de emissão de poluentes para máquinas e veículos chamados de não rodoviários, utilizados na mineração, agricultura, construção civil, atividades florestais e pelas Forças Armadas. O projeto fixa os limites para emissões de monóxido de carbono, hidrocarbonetos, óxidos de nitrogênio e material particulado, de acordo com a potência líquida dos motores. A proposta sujeita os infratores às sanções previstas na Lei dos Crimes Ambientais (9.605/98). O Projeto de Lei será agora analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, em seguida, pelo Plenário.
Terminal da Vale em Moçambique torna água do mar própria para consumo
A Vale está dessalinizando a água do mar e tornando-a própria para o consumo em seu terminal portuário Nacala-à-Velha, em Moçambique, para combater a escassez de água da região. A Vale montou uma infraestrutura da planta dessalinizadora que funciona com a captação e tratamento por osmose reversa da água do mar. “O principal objetivo é a produção e distribuição de água doce de boa qualidade para diversos fins, sem causar impactos negativos nas reservas da região que, além de escassas, são utilizadas pelas comunidades locais”, informou a mineradora. Implantada em agosto do ano passado, a planta dessalinizadora tem uma capacidade de produção de 40m3/hora de água, aproximadamente 1.000m3/dia.
Grupo aguarda resposta do Pará sobe pesquisa no Rio Tapajós
O governo do Estado do Pará ainda não respondeu se custeará, ou não, uma pesquisa para verificar o grau de contaminação do Rio Tapajós por produtos de mineração. Um grupo formado por jornalistas, professores, estudantes e outros profissionais, iniciou uma movimentação no dia 14 de janeiro, em Santarém (PA), com coleta de assinaturas para uma petição pública em que pedem que o governo custeie um estudo que será realizado em conjunto com a Universidade Federal do Pará (UFP) e a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa). As entidades colherão amostras de vários pontos do Rio Tapajós, onde, na década de 1980, foram despejados barro e mercúrio, contaminando o rio.

