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Em nota enviada por e-mail ao NMB ontem (13), a assessoria de comunicação da Copel afirmou que, para viabilizar o projeto, há necessidade de vender a energia da usina, por meio de um leilão.
Na mesma região onde será construída a nova termelétrica, a Copel possui a usina térmica a carvão Figueira, construída na década de 1960, que passa por obras de modernização. De acordo com a empresa, as obras deverão ser concluídas no início de 2016.
"A capacidade será ampliada dos atuais 10,3 megawatts médio para 17,4 megawatts médio. O investimento está na casa dos R$ 106 milhões", afirma a nota da Copel.
A Copel disse ainda que pretende participar do leilão da usina hidrelétrica Governador Parigot de Souza. O contrato de concessão encerrado foi em julho de 2014, uma vez que a companhia não aceitou as condições para a renovação da concessão pela Medida Provisória 579, transformada na lei 12.783/2013.
Em entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, o novo presidente da Copel, Luiz Fernando Vianna, afirmou que a companhia tem como objetivo obter as licenças necessárias para incluir uma nova usina térmica em um futuro leilão.
"Diante da crise de hidrologia e da necessidade de térmicas para segurança de suprimento, novas usinas entrarão em operação", afirmou Vianna.
A Copel também tem interesse em participar de outros projetos, caso das hidrelétricas do rio Piquiri, no Paraná, da usina de São Luiz do Tapajós, e também da futura licitação da usina Parigot de Souza, cuja concessão é da própria Copel, mas vence em meados deste ano. Com informações da Agência Estado.

