Bielorrússia cria exportadora de potássio

A Bielorrúsia decretou, por meio do presidente Alexander Lukashenko, a criação de uma exportadora de potássio no país. A decisão aconteceu depois que a Uralkali, maior produtora de potássio do mundo, deixou o cartel BPC, que controlava os preços do potássio no mundo. A saída da Uralkali causou desestabilização econômica do país.
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O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, assinou um decreto, na última quinta-feira, que prevê a criação de uma empresa exportadora de potássio. A medida foi tomada em função do fim do cartel BPC, causado pela saída da Uralkali, maior produtora de potássio do mundo.

A separação da maior aliança de potássio de mundo, que ocorreu no último mês de julho, derrubou os preços do potássio de forma significante. As consequências do fim do cartel afetaram a economia da Bielorrússia, país que tinha a exportação do nutriente responsável por mais de 10% de sua receita.

De acordo com a assessoria presidencial da Bielorrússia, a nova empresa vai ter direitos de exclusividade nos negócios com estrangeiros para a exportação de potássio mineral ou potássio químico.

Segundo autoridades do país europeu, as garantias dadas à futura empresa vão ajudar a Bielorrússia a manter sua fama no mercado internacional de potássio, além de economizar tempo e recursos para a nova exportadora.

Lukashenko também assinou um decreto, que vale de 1º de setembro a 31 de dezembro deste ano, que impõe os direitos de exportação a zero nos fertilizantes de potássio. O objetivo do presidente é garantir a estabilidade das operações da produtora estatal de potássio Belaruskali.

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