Falta de fiscalização em siderúrgicas aumenta risco para trabalhadores

A morte de um funcionário após o rompimento de parte do alto-forno da siderúrgica Fergusete em Sete Lagoas (MG) acendeu o alerta para a pouca fiscalização do setor. De acordo com o auditor fiscal do Trabalho Mário Parreiras, a média é que as siderúrgicas são fiscalizadas a cada três anos no estado.

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"Se fizermos um cálculo do número de ouvidores que temos no estado e o número de empresas no Brasil, uma empresa vai ser fiscalizada a cada dois ou três anos", explica

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