Porto flutuante de R$ 500 Mi vira risco para embarcações no rio Amazonas

A estrutura de um porto flutuante trazido pela mineradora Zamin, no início do ano, se tornou um problema não só para a multinacional em crise, mas para a navegação pelo rio Amazonas na área portuária de Santana, principal ponto de exportação fluvial pelo Amapá. O porto veio da Holanda em balsas e custou R$ 500 milhões, mas, com a crise financeira encarada pela companhia, a ideia foi abandonada na orla da cidade. Sem nunca ter sido montado, o porto começou a ser alvo de saques e alagou, causando o tombamento das balsas.

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Com parte da estrutura sobre o rio e parte submersa, trafegar pelo trecho tornou-se um desafio, principalmente para pequenas embarcações, que precisam navegar pelo local

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