USP testa método para otimizar as ações de resgate em Brumadinho

Uma equipe da Universidade de São Paulo (USP) esteve em Minas Gerais para ajudar nas buscas por vítimas do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) e testar uma metodologia de geofísica aplicada em ações de resgate. A equipe foi ao município depois de receber uma mensagem de um médico que ajudava nas buscas. O método empregado foi o GPR, sigla em inglês para Radar de Penetração no Solo.

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Lama de rejeitos da barragem da mina Córrego do Feijão, da mineradora Vale, em Brumadinho (MG)

O trabalho é liderado por Jorge Porsani, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP.