MERCADO: Níquel

Leia no Mercado de hoje: Níquel recua para US$ 18.750; Níquel tem a maior queda diária em 31 meses; Preço do níquel subiu mesmo com alta nos estoques; Indonésia, Rússia e Caledônia na raiz do aumento do preço do níquel.
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Níquel recua para US$ 18.750

Depois de chegar a US$ 21 mil no mercado à vista, na terça (13), o níquel perdeu US$ 1 mil na quarta (14) e US$ 1,3 mil hoje. Veja o gráfico.

Níquel tem a maior queda diária em 31 meses

O metal teve uma queda acentuada hoje em Londres. Os investidores acreditam que se esgotaram os motivos para o rali que aumentou o preço do níquel em 56% este ano. O contrato de referência para entrega em três meses caiu 9,7% hoje, a maior queda desde 23 de setembro de 2011. Essa foi a continuação de uma tendência iniciada ontem quando o preço da tonelada perdeu 4,6% do seu valor.

Preço do Ni sobe mesmo com alta nos estoques

O preço do níquel continuou a aumentar mesmo quando os estoques controlados pela London Metal Exchange subiram 6,8% em 2014. “É como se os fundos estivessem derramando cerveja na pia”, disse Michael Turek, diretor sênior da Newedge EUA, em Nova York. O metal para entrega em três meses caiu para US$ 18.760 a tonelada hoje na LME, registrando uma queda de 6,3% em relação ao preço de US$ 21 mil, em 13 de maio, que foi o maior valor em 27 meses.

Indonésia, Rússia e Caledônia na raiz do aumento do preço do níquel

“No geral, o cenário ainda parece muito saudável”, afirmou James Marks, chefe de metais globais em XConnect Trading, em Londres, por e -mail. Parte da alta deve-se às especulações de que nações ocidentais poderiam aumentar as sanções econômicas sobre a Rússia, o segundo maior produtor de níquel refinado, depois que o país interveio na Ucrânia; e à suspensão das atividades da Vale na Caledônia, na semana passada, devido a problemas ambientais. O maior motivo é a proibição, na Indonésia, para a exportação de minérios não beneficiados.

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