MPF acusa Eike Batista de usar banco fantasma para manipular negócios

A força-tarefa da Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro acusa o empresário Eike Batista de ter usado um banco clandestino para realizar transações fraudulentas. As operações, segundo a investigação, também visavam manipular negócios nos quais ele estava envolvido, incluindo a tentativa de aquisição de duas mineradoras listadas na Bolsa de Valores de Toronto.

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Eike Batista/Agência Brasil

Em fevereiro deste ano, a juíza Rosália Monteiro Figueira, da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, condenou Eike pelo descumprimento da promessa de aportar US$ 1