Estudo aponta ausência de planos futuros para cidades das commodities

É um movimento diferente do boom dos anos 2000, mas, antes e agora, as armadilhas para as cidades exportadoras de commodities são as mesmas, alertam pesquisadores do desenvolvimento regional de diferentes partes do país. Na ausência de planos de médio-longo prazo que usem o impulso na arrecadação para diversificar as atividades locais, o risco é esses municípios não terem mais do que ganhos temporários, sem avanços econômicos e, principalmente, sociais sustentáveis.

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Minério de Ferro é uma das principais commodities do país/Reprodução

De janeiro a julho deste ano, o Brasil acumula US$ 161,7 bilhões em exportações, um recorde para a série do governo federal, desde 1997, 35% acima do mesmo período